Aos 33 anos, Camila Queiroz usou as redes sociais nesta terça-feira (7) para comentar uma decisão importante envolvendo o nascimento da filha, Clara, fruto de seu casamento com Klebber Toledo. A atriz e modelo revelou que decidiu armazenar as células-tronco da bebê.
Segundo Camila, a escolha veio depois de pesquisas e conversas com sua obstetra, pensando 100% no futuro da filha.
“Desde antes de eu engravidar, quando eu só desejava ser mãe, eu sempre consumi todos esses conteúdos. Então, eu assistia a vídeos de relato de parto, de bolsa maternidade, dicas de como cuidar de uma criança. Enfim, hoje eu continuo assistindo, continuo gostando muito, claro que com um outro olhar”, falou.
A atriz contou que o assunto sempre chamou a sua atenção: “Eu perguntei muitas vezes para a minha obstetra, fui atrás, me informei pra caramba, e ela sempre me dava respostas muito otimistas, muito positivas, inclusive sobre estudos que ainda continuam acontecendo. Então, hoje, a gente já tem milhares de transplantes que foram realizados e diversas aplicações das células-tronco. E essas pesquisas, como eu falei, ainda continuam sendo feitas, e isso só reforça o potencial da coleta das células-tronco”.
Camila também incentivou outros pais a buscarem saber mais sobre esse tema: “Para nós, foi uma escolha muito consciente, muito pensada e pensando principalmente no futuro da Clara. Mamães e papais que estão agora nesse momento de tomar essa decisão, deem uma pesquisada, perguntem para a obstetra de vocês, se informem mais”.
As células-tronco podem ser utilizadas como forma de tratar diversas doenças graves, como leucemias, linfomas, anemias severas e falências medulares. Além disso, despertam grande interesse da medicina regenerativa, que investiga seu potencial para futuros tratamentos para doenças como Parkinson, Alzheimer e diabetes.
“Foi uma coleta feita no parto, de forma muito rápida”, contou sobre o procedimento. De acordo com a modelo, as células-tronco podem ser coletadas a partir do sangue e do tecido do cordão umbilical..
“É um processo muito simples, muito seguro, não tem risco nenhum nem para a mamãe, nem para o bebê. Eu praticamente nem vi a pessoa fazendo essa coleta”, disse.
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